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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Governo do Ceará deve investir mais de R$ 7,5 milhões em processo de vacinação contra Covid-19

 


O Governo do Ceará, por meio da Secretaria de Saúde (Sesa), vai investir mais de R$ 7,5 milhões no processo de vacinação contra Covid-19 no Estado, que será inicialmente destinado ao grupo considerado de risco. A previsão de valores investidos foi divulgada no Plano de Contingência de Combate à Pandemia no Ceará, anunciado nesta quarta-feira, 9, e a estimativa é que o processo tenha início em março de 2021. 

De acordo com o documento, o valor previsto diz respeito apenas a compra de seringas, câmaras refrigeradas, ar condicionados e equipamentos destinados aos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). A previsão de gasto não inclui o pagamento das doses que serão utilizadas no processo de vacinação.

Entre esses itens, o gasto maior detalhado no plano é com a compra de seringas, que serão adquiridas por cerca de R$ 1.569.816. Os demais itens aguardam por portaria de investimento do Governo Federal, sendo os únicos valores ainda não definidos aqueles destinados para a compra de câmaras frias e de reformas e ampliação da Rede de Frio.

A estimativa de gasto leva em consideração a meta mínima estipulada pelo órgão de vacinar 95% do grupo prioritário do Estado, valor correspondente a 1.794.076 pessoas - distribuídas em quatro fases. De acordo com o órgão, serão necessárias pelo menos 4.485.190 doses da vacina no processo inicial de imunização.

O processo de vacinação no Brasil estava previsto para ter início em março de 2021, conforme anunciou o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na última terça-feira, 8. Ontem, ele disse que a data pode ser antecipada. O governador do Estado, Camilo Santana (PT), tenta negociar doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, para antecipar a imunização no Ceará.

Ontem, o Ministério da Saúde divulgou uma nova versão do plano nacional de imunização que retira a população privada de liberdade da lista de grupos prioritários para vacinação contra a Covid-19, mas mantém no grupo os agentes de segurança do sistema prisional. A ideia foi apresentada pela pasta em reunião técnica com representantes de Estados e municípios.

A justificativa defendida por auxiliares do ministro Pazuello é que esse público seria constituído principalmente por jovens.

O plano considera prioritários idosos com 75 anos ou mais, profissionais de saúde e indígenas. A população carcerária, de acordo com a previsão, passa a integrar a quarta fase do plano nacional, ao lado de professores, forças de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional. Ao todo, o ministério espera imunizar 109,5 milhões de pessoas ao longo de 2021, em duas doses.

Em nota, a Pasta afirma que o plano de imunização ainda pode passar por alterações. Especialistas admitem que faltam ainda estudos mais seguros sobre o tema.


O POVO Mais

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