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quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Indústria no Ceará é a segunda que mais cresce no País

 


Pelo quinto mês consecutivo, a indústria no Ceará segue apresentando crescimento na produção. Alta de 1,3% em setembro, em relação ao mês anterior. Os dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no comparativo com igual mês de 2019 o avanço foi de 8,5%. O segundo maior do País, atrás apenas do Amazonas (14,2%).

Porém, quando observadas as perdas acumuladas no ano, a queda chega a 11,9%. Já no comparativo de doze meses a indústria cearense apresenta recuo de 8,2%. Os segmentos que apresentaram melhor desempenho em setembro, ante igual mês de 2019, foram o de fabricação de produtos alimentícios (26,5%), fabricação de materiais não metálicos ( 15,5%) e preparação de couros (15,4%).

Por outro lado, os segmentos com maior dificuldade de recuperação aos níveis pré-pandemia foram o de confecção de artigos de vestuário e acessórios (-21,3%), metalurgia ( -19,8%) e fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-14,8%).

No Brasil, em setembro, a produção industrial de 11 dos 15 locais pesquisados teve taxas positivas frente a agosto, na série com ajuste sazonal. O maior avanço foi no Paraná (7,7%). A média do País foi de 2,6%.

Também cresceram acima da média brasileira os estados do Amazonas (5,8%), São Paulo (5%), Espírito Santo (5%), Rio Grande do Sul (4,5%), Santa Catarina (4,5%) e Bahia (4%). Ainda estão conseguindo recuperar a produção, Minas Gerais (1,9%) e Goiás (0,4%). A Região Nordeste, única das cinco regiões analisada em seu conjunto, também cresceu (1,1%).

Por outro lado, quatro estados tiveram queda na passagem de agosto para setembro: Mato Grosso (-3,7%), Rio de Janeiro (-3,1%), Pará (-2,8%) e Pernambuco (-1,3%).

Já em relação a setembro de 2019, a alta de 3,4% da produção industrial nacional foi acompanhada por 12 dos 15 locais pesquisados. "Este é o primeiro resultado positivo após dez meses de quedas, desde novembro de 2019", ressalta Bernardo Almeida, analista da PIM-Regional do IBGE.

No acumulado do ano, no entanto, ocorreu o oposto: queda em 12 dos 15 locais pesquisados. Além do Ceará, os maiores recuos foram observados no Espírito Santo (-18%), Amazonas (-10,6%) e Rio Grande do Sul (-10,4%). Três estados tiveram alta: Goiás (2,5%), Rio de Janeiro (2,2%) e Pernambuco (1,8%).



O POVO Online

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