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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Assassino confessa no DHPP como matou a mulher e a filha e ocultou os cadáveres

Luana (a mãe), Robert (o assassino) e Louise (a filha do casal), personagens do crime
A Polícia Civil do Estado assegura já ter esclarecido por completo o crime de morte em que mãe e filha foram assassinadas. Os corpos de Luana dos Anjos Sampaio, 23 anos; e da filha, Maria Louise dos Anjos Sampaio, de 7 meses, foram encontrados em locais distintos no bairro Sapiranga-Coité, na zona Sul de Fortaleza, entre a manhã e a tarde do último domingo (27). Robert da Silva Pereira, 25 anos, confessou o duplo assassinato depois de cair em várias contradições quando foi à DHPP “cobrar” da Polícia providências sobre o caso.

Segundo a delegada da 7º delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Mariana Diógenes, responsável pela investigação do caso, na manhã de terça-feira (29) Robert da Silva, que não possuía sem antecedentes criminais, foi até a delegacia, com familiares, em busca de informações sobre a morte da criança. Um fato chamou a atenção da equipe de investigadores: o pai da criança demonstrava um comportamento frio e distante. Ao ser interrogado, o suspeito estranhou a forma como noticiaram que o corpo da filha foi encontrado – dentro de um saco – fato que, após indagações da delegada, fez com que o mesmo admitisse o crime.

Durante as diligências, Robert confessou que matou Luana e, logo em seguida, matou a pequena Louise. Ao ser questionado sobre o motivo dos homicídios, ele relatou que queria dá um fim no relacionamento com Luana, pois, segundo sua versão, ela não aceitava o término e insistia em manter a relação. Ainda de acordo com a versão do homem, ele matou a filha porque não teria como justificar a presença da criança na posse dele. Ele afirmou que seria questionado onde estaria a mãe da menina. Disse ainda que “nunca quis” ser pai da criança ou manter relacionamento com Luana.

Vestígios descobertos

O diretor da DHPP, Leonardo Barreto, destaca que a Polícia Civil conseguiu elucidar o duplo homicídio em poucos dias, pois desde o momento do ocorrido, a equipe policial trabalhou de forma ininterrupta e reuniu todas as informações e vestígios iniciais necessários para esclarecer a autoria delitiva do crime.

“Nos deparamos com um caso cruel, que impactou até os policias civis acostumados a lidar com cenas trágicas. Diante disso, a Polícia Civil imediatamente passou a investigar o fato. Os corpos foram encontrados em uma distância relativamente pequena entre eles, cerca de 500 metros. Isso nos alertou que poderíamos estar com dois casos, aparentemente distintos, que seriam ligados. Ao aprofundar as investigações, tivemos a triste constatação que se tratavam de mãe e filha”, revelou o delegado.

O crime

Conforme Mariana Diógenes, inicialmente o homem apresentou a versão de que viu as vítimas, pela última vez, na casa onde mora com os pais, mas teria ido trabalhar e Luana teria voltado para a casa em que morava com a bebê. Porém, quando a delegada mencionou que a criança foi encontrada dentro de um saco, Robert contestou, demonstrando que sabia como tinha deixado o corpo na lagoa, tendo retirado a sacola pouco tempo antes. Depois disso, ele confessou as mortes.

Premeditação

Segundo ele, seus pais tinham viajado, no sábado (26), o deixando sozinho com Luana e Maria Luiza na casa em que morava. Quando chegou do trabalho, encontrou a criança dormindo em sua cama, enquanto Luana o esperava em outro cômodo. Luana tentou manter relações sexuais com ele, que a rejeitou. Após isso, o casal iniciou uma discussão e Robert a atacou. Ele a matou com golpes de um pedaço de madeira na cabeça, o que levou a vítima a óbito no local. Após matar Luana, ele foi atrás da criança, que dormia em um quarto da casa, com o intuito de matá-la asfixiada.

Ocultação dos corpos

Após o crime, Robert resolveu se desfazer do corpo de Luana, jogando-a em uma cacimba, situada em um terreno baldio do bairro Sapiranga e abandonou o corpo da filha na Lagoa do Soldado, cerca de 500 metros do local onde abandonou Luana. Os corpos desovados em locais distintos foi uma forma que o suspeito achou de dificultar o trabalho policial. “Ele retirou ainda as roupas das duas vítimas como forma de não deixar impressões digitais”, revelou a delegada.

Apagar pistas

O suspeito se preocupou em limpar a cena do crime com o intuito de não deixar pistas da autoria do homicídio. Durante as investigações, a Polícia Civil apreendeu o veículo que transportou os corpos das vítimas, um pedaço de madeira e um saco plástico que envolveu o corpo de Luana. O material apreendido está sendo periciado. Robert foi autuado por homicídios qualificados e ocultação de cadáver.

Fonte: CN7

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