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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

10 moradores resistem em sair de prédio interditado pela Defesa Civil no Bairro de Fátima

O Edifício Modigliane foi construído há mais de 30 anos e apresenta estruturas danificadas (FOTO: TV Jangadeiro/SBT)
Com o semblante de preocupação, moradores deixavam o Edifício Modigliane na noite desta quarta-feira (30), no Bairro de Fátima, em Fortaleza. A todo momento, os condôminos retiravam animais, sacolas, malas e outros objetos. Eles seguiam a ordem de evacuação da Defesa Civil, após uma vistoria no local identificar riscos à segurança das pessoas.

Luciano Agnelo, coordenador da Defesa Civil, alerta que “a evacuação do prédio deveria ser completa”. Segundo ele, os agentes têm conversado com os 10 moradores que resistem em deixar o prédio, para explicá-los sobre os riscos. “Estamos preparando uma declaração, para que eles possam assinar, se responsabilizando por ficar no local”, explica.

Ainda segundo Agnelo, o trabalho realizado pelo órgão no edifício é de precaução, pois “o risco é pequeno”, mas há danos nas estruturas. “Existem algumas rachaduras, fendas, dilatação de uma área no apartamento do primeiro andar, além de outras fissuras”, relata.

O coordenador informou que o síndico do prédio receberá uma notificação, para que possa explicar que medidas serão tomadas pelos moradores quanto à reforma, à inspeção predial e à manutenção do prédio.

A Defesa Civil disponibiliza abrigos para os moradores que já deixaram o edifício. Segundo Agnelo, até a noite de ontem, nenhum dos condôminos fez essa solicitação à pasta. “Ninguém nos procurou, até porque aqui é uma área nobre. Estão nas casas de parentes”, pontua.

Quem mora

Segundo moradores, depois de uma reforma iniciada na última segunda-feira (28), foram notadas irregularidades nas estruturas da edificação de seis andares. Assustados com a possibilidade de desabamento, os próprios condôminos decidiram contactar a Defesa Civil para avaliar a situação.

Tani Viana, morador há dois anos, conta que essa preocupação teve início após fotos de uma coluna danificada chegarem ao grupo de Whatsapp dos moradores. “As rachaduras apareceram hoje. Todo mundo ficou apreensivo”, relembra.

Já um outro morador, que preferiu não se identificar, afirma que o desabamento do Edifício Andréa, que deixou nove mortos há 2 semanas atrás, serviu de alerta para os vizinhos. “O nervosismo maior foi por conta desse outro edifício. Tem ferros oxidados, colunas inflitrações, mas vou esperar o laudo da Defesa Civil”, argumenta o homem que estava entre os que preferiram não deixar o prédio.

Fonte: Tribuna do Ceará

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