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domingo, 9 de junho de 2019

'Que paguem pela irresponsabilidade que tiveram', diz mãe de criança vítima de maus-tratos em creche de Fortaleza

Criança apresentou marcas de mordidas e arranhões e passou por exame de corpo de delito. Secretaria Municipal de Educação afirma que o incidente ocorreu entre crianças da mesma sala e faixa etária.



Mãe denuncia que filho foi vítima de maus-tratos em creche de Fortaleza — Foto: Arquivo Pessoal


Inconformada com as marcas da agressões que o filho de dois anos apresentou, a mãe da criança pede punição para as professoras de uma creche municipal de Fortaleza. A mulher, que preferiu não se identificar, acusa duas professoras da creche União, no Bairro Paupina, na capital, pelos hematomas deixados na criança.

O menino apresentou marcas de arranhões no corpo e no rosto, machucados e marcas de mordidas. A criança passou por exame de corpo de delito e o caso está sendo investigado pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e Adolescente (Dececa).

"Acho impossível só uma criança fazer aquilo tudo com a outra, da mesma idade. Não sei. Se tiver sido uma criança, ou não, mesmo assim eu quero que elas respondam porque foi uma irresponsabilidade delas duas deixar uma criança fazer isso com a outra", declarou a mãe.


"Eu quero que a justiça seja feita a elas, que elas respondam pela irresponsabilidade que tiveram."

Em nota, a Secretaria Municipal da Educação (SME) declarou que o "episódio foi um incidente ocorrido entre duas crianças da mesma sala e faixa etária". A Pasta informou ainda "que está em contato com a entidade que gerencia a creche para apuração e tomada de providências".

A mãe questiona o motivo de a professora e a assistente ainda não terem sido afastadas dos cargos, mesmo após a denúncia, no dia 29 de maio. "Eu não gosto nem de passar perto de lá. Vem a sensação toda na minha cabeça. Sensação de injustiça. Elas estão lá ensinando, ainda, continuam lá".

A mãe queixa-se ainda de não ter recebido nenhum suporte de gestores da creche nem da SME desde o dia da denúncia. "Ninguém entrou em contato comigo pra falar nada, não".

Abalada, a mãe do menino diz se emocionar cada vez que relembra o episódio. "Ainda estou me recuperando porque toda vida que eu lembro, falo, eu choro, porque ele é uma criança. Não sabe falar nada ainda, aí eu não sei o que aconteceu lá. Eu só queria saber mesmo e quero justiça".

Investigação

No dia seguinte às agressões, a mãe buscou auxílio do Conselho Tutelar e foi conduzida até a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca). Após o Boletim de Ocorrência, o menino foi submetido a exame de corpo de delito, no Instituto Médico Legal (IML). O resultado do exame ainda não foi apresentado para a mãe da vítima.


Por G1 CE

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