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terça-feira, 23 de abril de 2019

PAPEIRA: Secretaria da Saúde investiga dois casos suspeitos de caxumba em Fortaleza


O diagnóstico ainda está sendo fechado, conforme a coordenadora de Vigilância Sanitária do Estado, Daniele Queiroz
Imagem Ilustrativa da internet

Estão sendo investigados dois possíveis casos de caxumba em Fortaleza. A informação foi dada pela coordenadora de Vigilância Sanitária da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), Daniele Queiroz, ao programa O POVO no Rádio desta segunda-feira, 22. 

“O diagnóstico ainda está sendo fechado. A suspeita é caxumba, mas não foi encerrado ainda porque precisa de um diagnóstico laboratorial. Além disso, para afirmar que há um novo vírus, com uma nova mutação, também precisa de um diagnóstico laboratorial para que se diga que é um novo vírus ou não”, afirmou Daniele Queiroz, em entrevista ao jornalista Luiz Viana, na Rádio O POVO CBN.

Conforme a assessoria de comunicação da Sesa, as investigações de casos de doenças são responsabilidade das secretarias municipais, que reporta os dados ao Estado. A reportagem entrou em contato com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e a pasta informou não haver nada confirmado oficialmente até o momento.

A gestora afirmou ainda que no País vêm sendo reportados surtos de caxumba em estudantes do ensino superior e citou que foi identificada uma pequena mutação do vírus da caxumba em Ribeirão Preto (SP), há dois anos. “Aqui não se confirmou, mas seguem investigações quanto à identificação”.

A doença

Segundo o Ministério da Saúde, a caxumba é uma infecção viral aguda e contagiosa que pode atingir qualquer tecido glandular e nervoso do corpo humano, mas é mais comum afetar as glândulas parótidas, que produzem a saliva, ou as submandibulares e sublinguais, próximas ao ouvido.

Também conhecida como papeira, é mais comum em crianças no período escolar e em adolescentes, mas também pode afetar adultos em qualquer idade. Normalmente, a doença tem evolução benigna, mas em alguns raros casos pode apresentar complicações resultando em internações e até mesmo em morte.

LARISSA CARVALHO

O Povo

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