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terça-feira, 17 de julho de 2018

Mortalidade infantil volta a crescer no Ceará depois de 26 anos

O índice de mortalidade infantil voltou a crescer no Ceará e no Brasil. É a primeira que há uma alta no óbito de crianças no estado desde 1990, conforme dados do Ministério da Saúde. Em 2016, o índice de mortalidade infantil no Ceará foi 14,3 óbitos a cada 100 mil habitantes; em 2015, foram 13 óbitos por grupo de 100 mil habitantes.

A alta pode ser explicada pelo surto de vírus zika, que afetou principalmente as crianças, conforme a Secretaria da Saúde do Ceará. O vírus, se contraído por uma gestante, pode ocasionar microcefalia no bebê, o que pode levar à morte da criança. Em 2016, o Ceará teve 96 casos de microcefalia.

O crescimento da mortalidade infantil ocorreu também em todo o Brasil. foram 14 mortes a cada mil nascidos em 2016; um aumento de 4,8% em relação a 2015, quando 13,3 mortes (a cada mil) foram registradas.

Desde 1990, o país apresentava queda média anual de 4,9% na mortalidade. Nos anos 1980, segundo o IBGE (Instituto brasileiro de Geografia e Estatistica), o Brasil chegou a registrar 82,8 mortes por mil nascimentos. Em 1994, a taxa chegou a 37,2; e, em 2004, a 21,5.

Saneamento e vacinação reduziram taxa

A taxa de mortalidade infantil também é usada em relatórios internacionais como indicador de desenvolvimento de modo geral, diz a Unicef, fundo das Nações Unidas para a Infância.

A Unicef registra que, historicamente, a queda da mortalidade infantil no Brasil está associada a uma série de melhorias nas condições de vida e na atenção à saúde da criança: segurança alimentar e nutricional, saneamento básico e vacinação estão entre elas.

A instituição diz que a maior parte dos óbitos se concentra no primeiro mês de vida, o que evidencia a importância dos fatores ligados à gestação, ao parto e ao pós-parto.

Contudo, principalmente as mortes pós-neonatais (após os 27 dias de vida), estão relacionadas às condições socioeconômicas, diz a Unicef.

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