terça-feira, 5 de dezembro de 2017

"Operação Vulcão": Exército destrói em São Gonçalo do Amarante três mil armas ilegais apreendidas no Ceará

Cerca de três mil armas de fogo, apreendidas no Ceará nos últimos meses, serão destruídas na manhã desta terça-feira (5) nos fornos do Complexo Siderúrgico do Pecém (CSP), no Município de São Gonçalo do Amarante (a 55Km de Fortaleza), na Região Metropolitana da Capital. O trabalho faz parte da última etapa da “Operação Vulcão” do Exército Brasileiro.

Fuzis, metralhadoras, submetralhadoras, rifles, espingardas, pistolas e revólveres apreendidos pela Polícia com bandidos ou com cidadãos que não tinham autorização (porte de armas) para usá-las faziam parte de processos judiciais e foram liberadas para a destruição.

Segundo o comanda da operação, tenente-coronel EB Glariston Belarmino, antes de serem levadas à siderúrgica para o derretimento, as armas são inutilizadas. Peças são retiradas e mesmo que haja extravios, não podem mais serem utilizadas. Ele explica ainda que a ação faz parte de um convênio entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Exército Brasileiro e, portanto, a ação acontece em todo o território nacional.

Riscos eliminados

No Ceará, conforme o oficial, a operação acontece, ao menos, duas vezes por ano, mas pode aumentar dependendo da demanda da Justiça. A intenção do CNJ é destruir as armas tão logo elas sejam liberadas pelos juízes que presidem os respectivos processos judiciais. O acúmulo de armas em fóruns e outras unidades da Justiça aumentam os riscos de roubos.

Neste ano, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) mais de quatro mil armas já foram apreendidas pelas autoridades policiais em todo o estado.

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