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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

CoronaVac tem eficácia global de 50,4% nos testes feitos no Brasil, diz Butantan

Percentual mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.

Os testes foram feitos em 12.508 voluntários no país, todos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus Foto: Reprodução/TV Globo

O Instituto Butantan afirmou nesta terça-feira (12) que a vacina CoronaVac registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil. O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa.

De acordo com o instituto, chamado de eficácia global, o índice mostra a capacidade da vacina de proteger em todos os casos, sejam eles leves, moderados ou graves da Covid-19. O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, defendeu a vacina durante o anúncio. De acordo com ele a vacina é segura. "Essa vacina tem segurança, tem eficácia, e todos os requisitos que justificam o uso emergencial", disse.

A CoronaVac é uma vacina contra a Covid-19 que usa vírus inativados. Ela é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Butantan, que é vinculado ao governo de São Paulo.

Testes em voluntários
Os testes foram feitos em 12.508 voluntários no país, todos os profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus, em 16 centros de pesquisa. o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas,

O diretor de pesquisa do Instituto Butantan, Ricardo Palácios, disse que a vacina foi testada com os profissionais de saúde porque eles têm a maior exposição ao vírus, muito maior eu a população em geral.

“[O teste] não é a realidade exatamente. É um teste artificial, no qual selecionamos nas populações possíveis, selecionamos aquela população que a vacina poderia ser testada com a barra mais alta. Nós queremos comparar os diferentes estudos, mas é o mesmo que comparar uma pessoa que faz uma corrida de 1 km em um trecho plano e uma pessoa que faz uma corrida de 1 km em um trecho íngreme e cheio de obstáculos. Fizemos deliberadamente para colocar o teste mais difícil para essa vacina, porque se a vacina resistir a esse teste, iria se comportar infinitamente melhor em níveis comunitários”, disse.


Diário do Nordeste

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