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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

MPCE pede nova prorrogação do prazo da investigação do 'Caso Jamile'

Ex-namorado é suspeito de matar a empresária Jamile Correia - Foto: Reprodução
A investigação da morte da empresária Jamile de Oliveira Correia segue sem conclusão. O Ministério Público do Ceará (MPCE) solicitou à Justiça Estadual que o 2º DP (Aldeota), da Polícia Civil, tenha mais 45 dias para complementar as apurações do 'Caso Jamile'. O ex-namorado da vítima, o advogado Aldemir Pessoa Junior, é suspeito de cometer feminicídio.

No último dia 4 de novembro, a Justiça já tinha decidido prorrogar para 30 dias o prazo para conclusão do inquérito.

O pedido, realizado pelo promotor de Justiça Ythalo Frota Loureiro no último domingo (8), vai de acordo com o despacho enviado pela delegada Socorro Portela, em que ela afirma que o perito Rômulo de Oliveira Lima prometeu que o laudo da reprodução simulada (popularmente conhecida como reconstituição) da morte de Jamile estará pronto até o dia 30 de dezembro deste ano.

"Manifesta-se o Ministério Público, ainda, no sentido de que, efetivadas as diligências, e não havendo outras a serem realizadas, que se faça a devolução dos autos com Relatório Final. Por fim, caso seja necessário prazo adicional, que a autoridade policial especifique as diligências pendentes e qual o prazo que necessita para concluí-las sem a necessidade de novas prorrogações de prazo", pondera o MPCE.

Após a manifestação do Ministério Público, o 2º DP aguarda a decisão da 4ª Vara do Júri de Fortaleza. A reconstituição da morte foi o último episódio do 'Caso Jamile' e foi realizada no dia 31 de outubro último, em um apartamento de luxo onde a mulher morava e foi baleada, no bairro Meireles, em Fortaleza.

O tiro foi efetuado no dia 29 de agosto de 2019. Jamile Correia foi levada ao Instituto Doutor José Frota (IJF), passou por cirurgia, mas morreu no dia 31 de agosto deste ano. O caso era tratado como suicídio, mas a investigação policial apontou para a suspeita de feminicídio. A defesa de Aldemir nega o crime e reforça a tese de que a mulher atirou contra si.

Fonte: Diário do Nordeste

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