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terça-feira, 22 de outubro de 2019

Marido confessa no DHPP ter assassinado modelo e amigo ajudou a ocultar o cadáver

Francisco Hélio eo amigo, Vanderlei, estão presos no DHPP onde confessaram a trama do crime, desde o assassinato à ocultação do cadáver na CE-040, em Aquiraz
A Polícia Civil do Ceará assegura ter esclarecido a morte da modelo Maria Lucilene da Silva Monteiro, 38 anos, cujo corpo foi encontrado na manhã do último sábado (19), com sinais de estrangulamento, às margens da rodovia estadual CE-040, no Município de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). O marido dela confessou ter praticado o crime em depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Francisco Hélio Batista Araújo disse ter assassinado a esposa por ciúmes. Usou o cinto de segurança do carro para estrangular a mulher. A modelo estava desaparecida desde a última terça-feira (15), quando foi vista em companhia do marido saindo juntos do condomínio onde moravam, no bairro Serrinha (zona Sul da Capital). Depois disso, a mulher desapareceu e a família registrou queixa na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). O caso, porém, foi transferido para a 12ª Delegacia do DHPP, especializada em investigar desaparecimento de pessoas.

No último fim de semana, o marido foi detido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) quando transitava de carro pela BR-116, no Município de Jaguaribe (a 300Km de Fortaleza). Foi trazido para Fortaleza e contou que estava retornando da cidade de Paus dos Ferros, no Rio Grande do Norte (RN). No depoimento, decidiu confessar o crime. Contou que em meio a uma discussão, estrangulou a modelo com o cinto de segurança do automóvel do casal.

Amigo ajudou

Francisco Hélio disse ter assassinado a esposa por ciúmes e que não aceitava a decisão dela de terminar o casamento. Para ocultar o corpo da mulher ele pediu ajuda ao amigo, Antônio Vanderlei Ferreira Lima, que acabou sendo preso também. Os dois permanecem detidos na carceragem do DHPP e serão transferidos para a Delegacia de Capturas e Polinter (Decap), de onde serão enviados ao presídio.
Maria Lucilene Monteiro, 38 anos,desapareceu e foi encontrada morta quatro dias depois

Fonte: CN7

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