Caso Karina Firmino: após 3 anos do crime, testemunha foi morta e processo está parado - NOTÍCIAS DE PENTECOSTE

Últimas Notícias

Publicidade

Post Top Ad

Anuncie aqui!!!

Post Top Ad

Anuncie aqui!!!

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Caso Karina Firmino: após 3 anos do crime, testemunha foi morta e processo está parado

Karina foi morta por pistoleiro no dia 4 de maio de 2016, em Acopiara
Passados três anos e quatro meses do assassinato da jovem Karina Firmino, no Município de Acopiara (a 340Km de Fortaleza), o caso permanece sem solução. O crime de pistolagem que teve ampla repercussão na época, e mobilizou a população em protestos pelas ruas da cidade, tramita lentamente na Justiça, favorecendo a impunidade de seus autores. Karina foi morta a tiros na noite de 4 de maio de 2016 e até agora a Justiça só realizou uma única audiência que, sequer, foi concluída.

A primeira e única audiência do volumoso processo que trata do “Caso Karina” aconteceu ainda no ano passado, no dia 21 de novembro, quando a juíza titular da Comarca de Acopiara, Karla Cristina de Oliveira, juntamente com o promotor de Justiça, Igor Caldas Baraúna Rêgo, tomou o depoimento de algumas das testemunhas do processo cuja denúncia do Ministério Público (MP) aponta uma escrivã da Polícia Civil do Estado do Ceará como mandante do crime: trata-se de Ludmila Freitas Andrade. Ela permanece em liberdade, trabalhando em uma delegacia Especializada, em Fortaleza, embora esteja sendo alvo também de uma investigação na Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos da Segurança Pública e do Sistema Penitenciário (CGD).

Testemunha foi morta

Na audiência, realizada em novembro passado, a Justiça conseguiu ouvir apenas algumas das testemunhas de acusação, e o procedimento foi encerrado sem a conclusão da tomada de depoimentos de várias pessoas, inclusive de uma importante testemunha, identificada como Raimundo Cosme da Silva, 37 anos conhecido por “Gago”. Dois meses depois, ele foi assassinado a tiros, numa provável “queima de arquivo”. O crime aconteceu na noite de 11 de janeiro passado, por volta de 18h30, em Acopiara.

Tramitando sob segredo de Justiça, o processo, porém, aponta que a escrivã Ludmila teria ordenado a morte da garota ao descobrir que esta estava tendo um relacionamento com seu esposo na época, um soldado da Polícia Militar.

Fonte: CN7

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Post Top Ad

Anuncie aqui!!!