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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Pentecoste | Faltando uma hora e meia para termino do expediente, médica recusa atendimento a adolescente

Posto Santa Inês II, rua Antonio Martins Bandeira
Ontem pela manhã, por volta das 10 horas, um adolescente que precisou de consulta no posto Santa Inês II, na rua Antonio Martins Bandeira, não foi atendido porque a médica plantonista se recusou a atende-lo, alegando que já havia atendido 10 fichas, mais para o encerramento do expediente no posto, faltava uma hora e meia.

Sabemos que os problemas de saúde mais comuns, o dia-a-dia da saúde e os exames de rotina devem ser feitos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), mais conhecidas como postos de saúde. O objetivo desses postos é atender até 80% dos problemas de saúde da população, sem que haja a necessidade de encaminhar aos hospitais.

O adolescente estava acompanhado por seu genitor, que o levou para a UPA, para um atendimento comum, que deveria ser feita numa Unidade Básica de Saúde, mais próximo de sua residência, pois as Unidades de Pronto Atendimento, teria seus atendimentos voltados a casos mais complexos.

O pai do adolescente, insatisfeito com a recusa da Drª. Lílian Bernardete Mendes Rabelo, em não atender seu filho, fez um vídeo para expressar a sua preocupação, com o atendimento nos postos de saúde do nosso município. O que esse pai esperava, era obter um atendimento digno, atencioso e respeitoso por parte daquela profissional de saúde.

É sabido que a República Federativa do Brasil, tem como fundamento, “A dignidade da pessoa humana”, (art.1º, III, CF/88), e que, “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde...” (art.227, CF/88), consignamos ainda que: “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais”.(art. 5º, ECA).

Como pode a vontade pessoal de um profissional de saúde, sobrepor-se ao direito, das crianças e adolescentes do nosso município?

Por que alguns profissionais são capazes de infringir de forma banal preceitos mínimos no exercício de sua profissão?

A repercussão sobre o assunto foi imediata nas redes sociais, com vários comentários por parte dos internautas, que por entender, repudiaram a atitude da médica.

Vejam alguns comentários dos internautas: 

Marta Mota João Pedro "Meu amigo essa mesma doutora, em 2017, me fez esperar das 5:30 da manhã até 8 horas p juntamente outras pessoas q ali estavam esperando um atendimento da mesma, e p fim todos ouviram ignorância, q não ia atender ninguém pois não tenho teria atendimento. Na época meu filho estava convulsionando muito e precisava q a médica do posto me desse uma ficha d referência p encaminhá-lo p um neuro. E no entanto levamos não e porta na cara. Saí denunciei na secretaria e fiquei sabendo q muita gente relatava sobre o péssimo atendimento da mesma. E num outro dia precisei e la sentada disse q não podia mais atender q eu fosse p UPA, questão de boa vontade, não custava nada atender. Nesse mesmo dia ela tratou tão mal um senhor q estava desde cedo esperando p conseguir as receitas d uma filha acamada. Uma senhora q estava lá pois sua mãe estava acamada e não estava recebendo visita domiciliar, a doutora ainda perguntou a mulher, se ela queria q mesmo fosse visitar no seu próprio carro... Afirmando q não tinha carro da saúde p levá-la até a paciente e eu observando ambiente cheio d carros estacionados. Tempo ela tinha até p ir na casa dessas pessoas e me fazer uma ficha d referência, mas la preferiu gritar e colocar todos p ir embora. Ainda gritei, chorei, entrei a data atrás dela q me expulsava, muito arrogante”. 

Euzelita Fernandes “Parabéns é isso mesmo que está acontecendo nos posto de saúde já fazem muito tempo que vou pegar receita pros meus medicamentos na UPA de Pentecoste do qual sou bem recebida pelos médicos plantonistas apesar de não ser o papel deles.eu acho que a secretária não estão sabendo dessa atrocidade que está acontecendo”. 

Mayre Braga “Eu faço tudo pra não precisar ir é só pra ter raiva mesmo não atende. Tenho um exame do ano passado tentei várias vezes e nunca tem médicos. Meu exame venceu não sei nem o resultado. Tenho medo de ir pegar uma ficha pois é muito perigoso ir de madrugada e ainda voltar sem pegar ficha”. Valeu seu desabafo Zé. 👏👏👏👏👏👏 

Maria Loura “Somos um povo totalmente abandonado quando se fala de saúde o descaso é absurdo não se sabe quem manda virou uma verdadeira palhaçada”.

Agora, cabe a Secretaria de Saúde de Pentecoste, apurar e dar resposta a nossa população, que espera dias melhores na saúde pública do nosso município, bem como, espera mais respeito a 37 mil habitantes, que apenas busca um de seus direitos fundamentais, para sua sobrevivência, que é a SAÚDE, e com saúde não se brinca.

Por Alexandre Hercules/Notícias de Pentecoste

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