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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Bebês nascidos com dependência química podem ser apadrinhados em Fortaleza

Você já ouviu falar em síndrome de abstinência neonatal? É quando o bebê de uma mãe que usou drogas durante a gestação nasce com sintomas de abstinência química e precisa de tratamento.

Durante a gestação, tudo que a mulher ingere passa para o bebê através do cordão umbilical. Tanto os nutrientes dos alimentos quanto os malefícios de substâncias químicas. No caso das drogas, filhos de usuárias podem ter crises de abstinência ao nascerem. “Tremores, irritabilidade, dificuldade de aceitação da dieta, de amamentação, em casos graves podem chegar a ter febre e convulsões”, explica a médica neonatologista Liliana Paes.

O tratamento varia de acordo com o grau de abstinência, mas envolve medicamentos e internação hospitalar.

A abstinência é comum entre os recém-nascidos abandonados que vão parar nos abrigos. A população pode ajudar se cadastrando no Programa de Apadrinhamento. Existem três tipos: o financeiro, o afetivo e o de serviço.

Para se cadastrar como padrinho ou madrinha, é preciso procurar a Justiça, na Vara da Infância e da Juventude. O único requisito é ter mais de 18 anos de idade.

No Lar Batista, o apadrinhamento mais comum é o de serviço. Tem médicos, enfermeiros, assistentes sociais e pedagogos que, além de oferecerem horas de trabalho, também dão carinho e afago para as crianças.

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