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sábado, 19 de maio de 2018

Número de óbitos por H1N1 chega a 32 no Ceará

O número de mortes no Ceará por infecções com o vírus H1N1 subiu para 32 pacientes, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde divulgado nesta sexta-feira (18). Na semana anterior, foram confirmadas 27 mortes.

O número de diagnósticos da gripe H1N1 também cresceu, indo de 148 casos para 185. Somando-se os casos de infecção por H1N1 com os outros subtipos de gripe ativos no Ceará (A H3/Sazonal, A não subtipado e B), tem-se o total de 39 mortes e 238 casos.

Os municípios com maior número de pacientes mortos pelos quatro subtipos de gripe continuam sendo Fortaleza (17), Eusébio (6) e Solonópole (2). Outros 14 municípios apresentaram uma morte cada um. Aquiraz, Madalena, Ocara e Paraipaba registraram o primeiro óbito do tipo em 2018.

O ano de 2018 é o com maior número de casos registrados de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causadas pelo vírus influenza desde 2011. Apresenta também a maior incidência de casos da síndrome por influenza desde 2009, com 2,64 casos por 100 mil habitantes.

Campanha de vacinação

A campanha de vacinação ocorre em todo o país até 1º de julho. No Ceará, haverá doses suficientes para todo o grupo prioritário, segundo a Secretaria da Saúde.

As doses previnem contra três tipos de influenza: influenza A H1N1, influenza A H3N2 e Influenza B. O tipo que tem despertado maior preocupação nas autoridades e na população é a H1N1, responsável por quatro mortes no Ceará este ano.

Em todo o Ceará devem se vacinar 2.286.637 de pessoas dos grupos prioritários durante a campanha de vacinação, que ocorre até junho. Estão no grupo prioritário:

idosos a partir de 60 anos
crianças de seis meses aos menores de cinco anos
trabalhadores de saúde
professores das redes pública e privada
povos indígenas
gestantes e mães com até 45 dias após o parto
pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas
funcionários do sistema prisional
Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar, alerta a secretaria.

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