sábado, 5 de agosto de 2017

Aedes aegypti já matou 70 pessoas no Ceará somente em 2017

As doenças transmitidas pelo Aedes aegypti já mataram setenta pessoas no Ceará em 2017. De acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (4), pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), desse total 60 pessoas faleceram em decorrência da chikungunya e outras 10 foram vítimas da dengue. 

A incidência de mortes por chikungunya se concentra em pessoas com idade entre 10 dias e 94 anos. Dessas vítimas, 26 foram mulheres e 34 homens. As mortes por chikungunya foram registradas em Acopiara (2), Aracati (1), Beberibe (2), Caucaia (3), Fortaleza (47), Maranguape (2), Morada Nova (1), Pacajus (1) e Senador Pompeu (1).

Já as mortes por dengue foram registradas na faixa etária de um mês e 84 anos. Um total de cinco vítimas são do sexo feminino e cinco do sexo masculino. Os óbitos ocorreram em Fortaleza (05), Itapajé (01), Caucaia (01), Maracanaú (01), Paracuru (01) e Tabuleiro do Norte (01).

De acordo com a Sesa, neste ano foram notificados 111.834 casos suspeitos de chikungunya, dos quais 12.950 foram descartados e 68.790 foram confirmados. Já a dengue notificou 68.056 casos de dengue, sendo que 18.268 casos foram confirmados. 

Em 2017, foram notificados 2.989 casos suspeitos de zika, destes, 445 foram confirmados 1.458. Há concentração de 77,6% (2.321) dos casos notificados na faixa etária de 15 a 49 anos e o sexo feminino é predominante em 79,0% das notificações. Até o momento, não há registros de morte pela zika. 

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