quinta-feira, 11 de maio de 2017

Sem fazer corpo mole: Major Adrianizio Paulo faz panorâmica e apresenta dados; 79 pessoas foram presas em Pentecoste

(Foto: Major Adrianizio Paulo utilizando a tribuna)
Na manhã desta quarta-feira, 10 de maio, estivemos na Delegacia de Polícia. Na oportunidade, entrevistamos Major Adrianizio Paulo, que fez uma panorâmica sobre o trabalho realizado pela polícia militar, nos primeiros meses de 2017.

Atualmente o Brasil tem o quarto maior número de indivíduos atrás das grades: são aproximadamente 700 mil presos. A população prisional do país não para de crescer há décadas. Para o Major, isso ocorre quando alguma instituição social falha, há exemplo de igreja, escola e família.

Dados de 2017

Até o dia 10 de maio, na cidade de Pentecoste: a polícia efetuou 79 prisões; recuperou 09 veículos roubados; apreendeu 09 armas de fogo. 

Na Cadeia Pública de Pentecoste, 10 fugas foram registradas, no total 32 fugiram. A PM recapturou 18 e 14 continuam foragidos. De acordo com o Comandante, estes são de outras cidades, cometeram crimes em Pentecoste, foram presos e, quando escaparam retornaram aos locais de origem.

Atualmente a cadeia conta com 50 presos, em operações de vistorias foram apreendidos: 32 celulares; 30 carregadores; 11 baterias; 04 facões; 06 serras.

Aproximadamente 15 menores infratores foram encaminhados à Fortaleza, 19 presos foram transferidos para outros presídios.

Trotes

A Polícia Militar que trabalha de forma ostensiva e busca a preservação da ordem pública, atua com rondas pela cidade, abordagens, blitz e ainda com atendimentos de ocorrências via 190. Quase todas as ocorrências são via denuncias, mas nem sempre elas são verdadeiras, são os chamados trotes, geralmente feito por crianças e adolescentes, nos horários de entrada e saída das escolas. 

De acordo com o Major Adrianizio Paulo, a PM tem recebido vários trotes diariamente. O trote prejudica o atendimento das situações que realmente apresentam risco à vida dos solicitantes, por isso, ele orienta que a população tenha bom senso e ética na hora de fazer denúncias. "As linhas ficam ocupadas, prejudicando quem realmente necessita do trabalho da polícia", alertou.

Acompanhe a entrevista completa no vídeo a seguir:


Por: André Barros

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