sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Família atribui morte de bebê a atendimento médico

O velório aconteceu nesta sexta-feira (16) e reuniu familiares e moradores do bairro Itambé, em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza, que se sensibilizaram com a morte de Artur Miguel Marques Souza. O bebê tinha dois meses de idade e passou mal durante a semana. A causa da morte, segundo familiares, seria um medicamento que foi receitado e ingerido no momento em que o menor recebia atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. 

Artur era criado por sua avó Geraldina dos Santos Lopes. Sua mãe, auxiliar de serviços gerais, não tinha condições financeiras de manter o bebê e por isto, entregou-a aos cuidados da avó. 

Geraldina afirmou ter ficado bastante preocupada com a saúde do bebê, que sentia fortes dores abdominais. Temendo que a situação piorasse, levou o neto para a Unidade e um médico plantonista receitou dipirona para aliviar as dores. Após ingerir a medicação por meio de injeção, Artur não melhorou e o bebê faleceu. 

Em entrevista ao Cidade Alerta Ceará, familiares culparam o atendimento recebido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), pelo óbito. A família afirmou que procurará a Prefeitura Municipal de Caucaia, responsável pela UPA, para pedir esclarecimentos sobre o assunto. 

Em nota encaminhada ao Cnews, a Prefeitura de Caucaia informou que a gerência da Unidade e a Secretaria Municipal de Saúde estão avaliando o caso.

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